segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Alquimia
Texto retirado do site: http://www.geocities.com/Paris/Cathedral/6232/index-p.htm
A alquimia é das ciências ocultas que, atualmente, mais interesse tem despertado não só pelos inúmeros livros que ao longo dos tempos foram escritos sobre a Arte Hermética, mas também, pela curiosidade de saber algo sobre a veracidade da misteriosa Pedra Filosofal, também conhecida por Medicina Universal.
Tem-se escrito muito sobre o simbolismo alquímico encontrado nas catedrais, palácios e até casas senhoriais. É, deveras um trabalho fascinante procurar desvendar o segredo contido nessas figuras esculpidas na pedra pelos artistas nossos antepassados como testemunho do seu envolvimento na ciência de Hermes.
No simbolismo alquímico, tanto quanto sabemos, não existiam nem existem regras fixas. Tudo era, e ainda é, deixado à imaginação dos seus autores e à sua criatividade. Por isso, como é óbvio, isto dá azo a especulações ditas “filosóficas” que, muitas vezes nada têm a ver com a realidade alquímica.
Durante muito tempo a alquimia foi sinônimo de charlatanismo ou de ignara credibilidade. Muito do descrédito da alquimia era devido à falta de publicações sérias, pois muitas delas são imitações grosseiras, feitas por sopradores (falsos alquimistas) dos verdadeiros e antigos textos, nas quais se une o absurdo com a ignorância. Atualmente, devido ao grande número de traduções das obras clássicas mais importantes dos grandes Mestres, a opinião de muitas pessoas mudou completamente.
A alquimia é a arte de trabalhar e aperfeiçoar os corpos com a ajuda da natureza. No sentido restrito do termo, a alquimia sendo uma técnica é, por isso, uma arte prática. Como tal, ela assenta sobre um conjunto de teorias relativas à constituição da matéria, à formação de substâncias inanimadas e vivas, etc.
A alquimia operativa, aplicação directa da alquimia teórica, é a procura da pedra filosofal. Ela reveste-se de dois aspectos principais: a medicina universal e a transmutação dos metais, sendo uma, a prova real da outra.
Eles não procuram o impossível, como vulgarmente se diz, mas sim a confirmação do que está descrito nos antigos tratados, que os Mestres nos legaram com vista à obtenção da medicina universal ou pedra filosofal.
O alquimista não é um fazedor de ouro como muita gente pensa. A transmutação só terá lugar, como já dissemos, como prova provada da veracidade da medicina universal ou pedra filosofal.
Hoje a alquimia coabita pacificamente com a ciência e não é raro ver indivíduos com formação superior nos ramos da ciência, da medicina e das letras, praticarem a Arte Real.
Magia
WitchCraft - Bruxaria X Magia
O Ceifador Sinistro
Folclore / Mitologia Indo-Européia
Helênica
Thanatos como um jovem alado, no Templo de Artemis, em Éfeso.
Na antiga Grécia acreditava-se que a morte era inevitável, e, portanto, ela não é representada como puramente má. Ela é frequentemente retratada como um homem barbado e alado, mas também tem sido retratada como um jovem rapaz. Morte, ou Thanatos, é a contrapartida da vida, a morte sendo representada como masculina, e a vida como feminina. Thanatos é o irmão gêmeo de Hypnos, o deus do sono. Ele normalmente é mostrado com seu irmão e é representado como sendo justo e gentil. Seu trabalho é acompanhar os falecidos para o submundo, governado por Hades. Ele, então, entrega os recém-mortos nas mãos de Caronte, o barqueiro que leva as almas ao longo do rio Aqueronte, que separa a terra dos viventes da terra dos mortos. Acreditava-se que se o barqueiro não recebesse algum tipo de pagamento, a alma não seria entregue ao submundo e seria deixada na beira do rio por cem anos.
As irmãs de Thanatos, as Keres, são os espíritos de morte violenta. Elas estão associadas a mortes de batalhas, doenças, acidentes e homicídios. As irmãs são retratadas como más, muitas vezes se alimentando do sangue do corpo após a alma ser levada para o submundo. Tinham presas, garras e se vestiam com roupas ensanguentadas.
O Anjo do Senhor fere cento e oitenta e cinco mil homens no acampamento assírio (II Reis, 19:35). Quando o Anjo da Morte passa a ferir os primogênitos dos egípcios, Deus impede "o destruidor" (shâchath) de entrar nas casas com sangue na porta (Êxodo, 12:23). O "anjo destruidor" (mal'ak ha-mashḥit) estende sua mão para exterminar Jerusalém, mas é impedido por Yahweh, que se arrepende desse mal (II Samuel, 24:16). Em I Crônicas 21:16, o Anjo do Senhor é visto pelo rei Davi "entre a terra e o céu, tendo na mão a espada desembainhada, voltada contra Jerusalém". O livro bíblico de Jó (33:22) usa o termo geral "destruidor" (memitim), que a tradição identificou como "anjos destruidores" (mal'ake Khabbalah), e Provérbios (16:14) usa o termo "anjos da morte" (mal'ake ha-mavet). No islamismo, sikhismo e em algumas tradições extra-bíblicas, o anjo da morte é chamado de Azrael e também Samael.
Memitim
A alma escapa pela boca, ou, como se afirma em alguns lugares, através da garganta. Portanto, o Anjo da Morte está na cabeça do paciente (Adolf Jellinek, lc ii 94, Midr O Ps de xi.. .). Quando a alma abandona o corpo, sua voz vai de um mundo para o outro, mas não é ouvido (Gen. R. vi 7;.. Ex R. v. 9,.. Pirḳe R. El xxxiv). A espada do Anjo da Morte, mencionado pelo cronista (I Crônicas, 21:15; comp. Jó, 15:22; Enoque, 62:11), indica que o Anjo da Morte era figurado como um guerreiro que mata os filhos dos homens. "O homem, no dia da sua morte, cai diante do Anjo da Morte como um animal diante do matador" (Grünhut ", Liḳḳuṭim", v. 102). O pai de Samuel (c. 200) diz: "O Anjo da Morte me disse: 'Apenas por causa da honra da humanidade é que eu não corto seus pescoços como é feito com os animais abatidos" ('Ab Zarah. 20b). Em representações posteriores, a faca, por vezes, substitui a espada, e é também feita referência ao cabo do Anjo da Morte, o que indica morte por estrangulamento. Moisés diz a Deus: "Eu temo o cabo do Anjo da Morte" (Grünhut, LCV 103 et seq.). Dos quatro métodos judaicos de execução, três são nomeados em conexão com o Anjo da Morte: Queimadura (derramando chumbo quente na garganta da vítima), abate (por decapitação) e estrangulamento. O Anjo da Morte administra a punição particular que Deus ordenou para a prática de pecado.
A Era Das Fogueiras
sábado, 23 de fevereiro de 2013
A distinção entre Magos e Bruxos
Mago:
Armas utilizadas: Cajados, Cetros, Pergaminhos e Livros.
Os magos são aqueles no qual dominam o grande poder
arcano, através de seus estudos. Os magos utilizam a energia magica que existe no mundo, conjurando na forma de elementos causando grandes efeitos ou até mesmo, danos. Os magos podem criar desde grandes esferas de fogo que incineram os inimigos, até cubos de gelo para prender seus inimigos. Além disso, o mago é capaz de utilizar truques, como levitação ou até teletransporte.
Bruxo:
Armas utilizadas: Cetros e Cajados.
Bruxos são temidos por suas magias das trevas, onde
geralmente controlam a escuridão e as trevas. Ao contrário dos magos, os bruxos não utilizam magias elementares, mas mesmo assim causam fortes danos nos seus alvos. Geralmente bruxos amaldiçoam seus adversários antes de mata-los, para deixa-los sofrendo durante a batalha.
Os bruxo adquirem os seus poderes arcanos através de pactos
com criaturas sobrenaturais, geralmente demônios, realizadas em rituais aonde conseguem poderes vendendo suas almas. Porém os bruxos não mantem contato com as criaturas que lhe concederem poderes.mysticsword.forumeiros.com
Sacerdotes e Magos
"Chamámos já a atenção para a conexão existente entre as palavras «tempo» e «Templário», e mais uma conexão é sugerida aqui, pois estes sacerdotes-xamãs pertenciam à mesma tradição que os sacerdotes-mágicos persas ou caucasianos conhecidos por Magos. O autor Robert Lomas diz-nos que a antiga palavra chinesa «mágico da corte» é mag e que o ideograma chincs para mag é uma cruz com extremidades ligeiramente chanfradas, um símbolo idêntico ao utilizado pelos Cavaleiros Templários.
Sims afirma que estes sacerdotes usavam chapéus em forma de foguete decorados com linhas de símbolos do sol e da lua que se diz delineariam o ciclo do sol e da lua. Vários destes chapéus dourados — um deles com uma correia para o queixo — foram descobertos na Irlanda e na Europa Central, o que sugere uma origem celta. Datados, pensa-se, de 1500 a. c., são possivelmente precursores do tradicional chapéu cónico de feiticeiro. Chapéu de forma semelhante era colocado sobre a cabeça de uma pessoa considerada um «dunce», «ignorante», palavra que deriva de «dunn» ou «dune», significando «colina», ou um canalizar ascendente de energia. Assim focando a atenção (isto é, a energia) no vórtice chakra situado sobre a cabeça, acreditava-se que a quem o usasse seria concedido mais «poder cerebral», isto é, inteligência.
Voltando aos crânios encontrados em Malta: depois de descobrirmos que estes crânios «não existentes» tinham de facto uma existência real, e que tinham sido datados de aproximadamente 2500 a. c., ou porventura mesmo antes, perguntámo-nos se teriam sido origem noutra localização que não Malta. Voltámo-nos para a Mesopotâmia, bem como para os «anjos caídos» do Judaísmo, que estavam ligados aos «médicos serpentinos» de Enki e Enlil,..... "
O Graal da Serpente
Philip Gardiner e Gary Osborn
fonte:historia-ancestral.
Os bruxos e bruxas mais influentes dos livros de fantasia (ou Top 5 Bruxos e Bruxas Mais Influentes)
Fotos de bruxos
Depois de grandes referencias ao longo destes últimos anos, os famosos “bruxos” se tornaram mais intensos com a chegada de Harry Potter.
Os bruxos atuais
Algumas lendas de antepassados categorizavam os bruxos como algo sobrenatural, como pessoas que conseguiam, através de magias, efetuar tarefas que ninguém normal conseguia, então, devido a isso, a imagem de bruxos e bruxas para as pessoas de antigamente era baseada em pessoas más e com vassouras voadores e caldeirões com agua fervendo. Porem, com o passar dos anos algumas coisas mudaram e passaram a ser, digamos que, mais delicadas. Um exemplo bem claro da imagem de um bruxo atual é o Harry Potter e toda a sua turma que, conquistou bilhares de fãs ao longo de toda a sua saga.
Os bruxos bons e maus
Como toda boa história sempre há personagens bons e personagens ruins, tudo porque se todos fossem bons certamente não teriam graça nenhuma, então, em meio a contos de terror, os bruxos são como seres malvados e que pregam peças e dão medo nas pessoas, porem, como nos dias atuais tudo está mudado, não é nada difícil encontrar contos de jovens bruxos tentando viver em sociedade com os humanos, assim como em alguns contos “infantis” de vampiros.guiadicas.net
Biografia de Bruxo - ALBUS PERCIVAL WULFRIC BRIAN DUMBLEDORE.
Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore é um personagem da série Harry Potter, de J.K. Rowling.
Dumbledore nasceu em 1881 e morreu em 1996, com 115 anos. Considerado por muitos o maior feiticeiro de todos os tempos, era detentor da Ordem de Merlin, Primeira Classe, e de outros importantes títulos, como os de Grande Feiticeiro e Feiticeiro-Chefe, além de ser membro da Confederação Internacional de Feiticeiros e Presidente do Wizengamot.
Dumbledore sempre foi o único bruxo a quem Voldemort temia; foi também o fundador da Ordem da Fénix, ordem que tencionava lutar contra Voldemort e seus seguidores, os Comensais da Morte.
Dumbledore é o único personagem homossexual (que se saiba até ao momento) de Harry Potter e fora apaixonado pelo bruxo Grindewald na juventude, embora sem nunca ter sido correspondido. Segundo a autora essa foi a "grande tragédia" de Dumbledore.
Descrição
Alto e magro, idoso mas sem demonstrar fraqueza, com longos cabelos branco prateados e barbas da mesma cor, longas o suficiente para prendê-las no seu cinto. Seus dedos são longos e finos; seu nariz é torto, como se o tivesse quebrado (e de facto o foi). Os seus olhos são descritos como azuis brilhantes, penetrantes, como se radiografassem as pessoas. Usa óculos em forma de meia-lua.
É descrito como uma pessoa extremamente bondosa, sempre pronta a acreditar no melhor das pessoas. É um tanto solitário, devido à sua superioridade em poder e em grandeza de espírito. Age sempre com grande elegância, educação e classe, prima por boas maneiras e trata educadamente a todos, sem distinção, amigos e inimigos da mesma forma.
Dumbledore gosta de música de câmara e boliche. Sabe-se que possui uma grande afinidade com doces: as senhas para entrar no seu gabinete são geralmente nomes de doces bruxos.
Tem afinidade com Minerva McGonagall, docente, vice-diretora e chefe da Grifinória; Rubéo Hagrid, meio-gigante, guarda das chaves e professor de Cuidados com as Criaturas Mágicas; Harry Tiago Potter seu aluno favorito, por quem desenvolve grande afeição e a quem tenta proteger com enorme afinco. Alvo tem uma Fénix de estimação chamada Faweks, ave muito especial que sempre oferece ajuda a ele ou a quem for fiel a ele.
Família
O pai de Alvo Percival, foi preso em Azkaban por atacar três Trouxas . O que pouquíssimas pessoas sabiam é que ele havia atacado os garotos porque estes, ao verem a irmã de Albus fazendo magia, torturaram-na.
A mãe de Albus era Kendra Dumbledore. Kendra era uma mulher amável, mas morreu num dos acessos incontroláveis da sua filha Ariana.
A irmã de Albus era Ariana. Nascida feiticeira, ela foi cruelmente torturada por três trouxas que a flagraram fazendo magia. A partir de então os seus actos tornaram-se imprevisíveis, e ela tornou-se inconstante. Não fazia mais magia, mas não deixava de ser feiticeira, e às vezes, de repente, a sua magia "explodia", e os estragos podiam ser desastrosos. Por isso Kendra decidiu escondê-la, porque a amava e temia os actos dos outros sobre a sua filha. Morreu pouco depois da sua mãe, assassinada ou por Albus, ou por Aberforth, ou por Gellert Grindelwald, pois em um duelo entre os três um dos feitiços lançados a atingiu. Como disse Aberforth, "Nunca saberemos quem a atingiu"
Aberforth é irmão de Albus. Não era tão brilhante quanto o irmão, e mais tarde culpou Albus pela morte da irmã, quebrando o nariz dele, enquanto estavam ao lado do caixão de Ariana. Tornou-se o barman do bar Cabeça de Javali, em Hogsmeade. Os irmãos reataram anos depois.
Carreira Acadêmica
Dumbledore chegou a Hogwarts e logo tornou-se amigo de Elphias Doge, que era discriminado pelas seqüelas de uma doença, a varíola de dragão.
Dumbledore demonstrou extraodinários poderes mágicos desde cedo. Segundo Griselda Marchbanks, chefe da Autoridade de Exames Bruxos, que pessoalmente foi sua examinadora nos N.I.E.M's (Niveis Incrivelmente Exaustivos em Magia) de Feitiços e Transfiguração, o jovem Dumbledore "fez com a varinha coisas que ela nunca vira antes".
Depois de Hogwarts
Quando terminou Hogwarts, Dumbledore pretendia fazer uma viagem pelo mundo com Elphias, mas desistiu da idéia devido à morte de sua mãe e aos problemas de saúde de Ariana. Voltou a sua casa em Godric's Hollow e lá conheceu Gellert Grindelwald, por quem acabou se apaixonando, mas nunca foi correspondido. Gellert havia sido expulso de Durmstrang, escola que ensina Artes das Trevas; ambos eram jovens talentosos e um tanto egoístas que, pelo "bem maior", dispunham-se a sobrepor a raça bruxa sobre a trouxa.
Uma briga entre Alvo, seu irmão e Grindelwald, que resultou na morte de Ariana, fez com que a amizade acabasse. Gellert fugiu.
Dumbledore retornou a Hogwarts como professor de Transfiguração e foi responsável por recrutar alguns novos alunos para escola, entre eles Tom Marvolo Riddle, o qual dia se tornaria Lord Voldemort. Por ser um bruxo extraordinariamente poderoso, Dumbledore era o único com quem Voldemort era cauteloso e a quem nunca subestimou.
Dumbledore já havia mostrado seu poder quando derrotou o ex-amigo Grindelwald, que crescera para tornar-se o maior bruxo das trevas, posto que Voldemort viria a ocupar anos depois.
Os livros da série não especificam a data em que Dumbledore se tornou diretor de Hogwarts.
A Era Harry Potter
Dumbledore sempre teve uma afeição maior por Harry Potter do que por outros alunos. Costumava explicar para Harry algumas coisas do passado do garoto, e também do de Voldemort, mas nunca entrou em detalhes sobre seu próprio passado.
Alvo sempre foi um bruxo sábio e misterioso. Apesar de sua extensa sabedoria, no livro Harry Potter e a Ordem da Fênix, quinto da série, Dumbledore confessa a Harry que cometeu um grande erro. Segundo ele, o erro foi não ter contado antes para Harry o motivo que levou Voldemort a matar seus pais, Lilian e Tiago Potter, e tentar matar o próprio garoto. Por causa desse erro, Dumbledore carregava a culpa da morte de Sirius Black, padrinho de Harry.
O sexto livro da série se dedica na explicação de um termo até então desconhecido: as Horcruxes, objetos em que Voldemort encerrou pedaços de sua alma, e que o tornariam imortal enquanto existissem. O objetivo de Dumbledore é ensinar a Harry como e onde descobrir as Horcruxes, para então as destruir.
Dumbledore foi morto com a maldição imperdoável Avada Kedavra, pelas mãos de Severo Snape, em quem confiava cegamente. Até o sexto livro restava a dúvida: Seria Snape um assassino ou a morte já havia sido tramada entre ele e Dumbledore?
O sétimo livro, Harry Potter e as Relíquias da Morte, trouxe a resposta, que se provou ser a segunda. Quando, um ano antes da batalha em Hogwarts, Alvo pôs no dedo a horcruxe do Anel de Servolo Gaunt, uma maldição começou a se espalhar pelo seu corpo; graças a Snape, a maldição ficou restrita à mão do mago, mas ainda assim restava a Dumbledore em torno de um ano de vida. Snape era realmente aliado de Dumbledore, e os dois planejaram juntos a morte do diretor.fonte:biografiadebruxo
VOCÊ QUER SER UMA BRUXA OU BRUXO?
Você quer ser uma bruxa ou bruxo? Sabe o que você precisa para chegar a sua meta?
Precisa seguir o chamado do seu coração, saber que a sua dedicação somente poderá ser feita por amor.
Precisa praticar sua busca pessoal com boa literatura, dedicar-se aos estudos de todas as formas possíveis e de posse do conhecimento, começar suas práticas, pois a maioria dos bruxos "hoje de renome", começaram sua jornada como um praticante solitário.
Não tente acelerar o processo de aprendizagem na magia, ele é demorado, porém garantido e gratificante, e não precisa mesmo ter pressa pois somente com a pratica você irá moldar seu poder em magia.
Já tive pressa ...
Mas hoje danço a melodia da vida com calma, procurando sempre aperfeiçoar, com destreza todos os meus passos concentrando-me na leveza dos pássaros, no canto das águas e na simetria dos ventos.
E vou seguindo...
Passo a passo, sem pressa e sem lamentos.
E quando a tempestade se aproxima, pouso a cabeça nas asas do amor e respiro com a certeza que o sol nascerá novamente.
A Deusa muda de fase assim como a Lua, por isso o título de Deusa Triplice.
A Deusa é a Donzela, a Mãe e a Anciã.
Os elementos da natureza são considerados manifestações da Deusa viva;
A Terra é o seu corpo,
O Ar é o seu sopro,
O Fogo é o seu espírito,
A Água é o seu útero que gera a vida.
Na Lua Nova começa todo um ciclo de vida.
Na Lua Crescente ela é a Donzela; é associada à adivinhação, aos ritos mágicos, à clarividência e aos encantamentos.
Na Lua Cheia ela é a Mãe e está ligada à fertilidade, a sexualidade, ao parto e as inovações.
Na Lua Minguante ela é a Anciã; ela representa então o renascimento, a transformação e a ligação com outros mundos.
A vida é dinâmica, está em constante mudança. Por que então pensar que as pessoas têm que permanecer as mesmas? Elas também mudam. Dê a elas uma chance de mostrar e permita que seus olhos possam ver. Eles também mudam a forma de olhar o mundo.
O verdadeiro bruxo respeita a natureza, e por natureza ele entende absolutamente tudo o que não é feito pelo homem, inclusive os minerais. Quando preserva a natureza, suas preocupações não são a viabilidade da manutenção da vida humana na Terra, o verdadeiro bruxo respeita a natureza simplesmente porque se sente parte dela, porque a ama.
Os bruxos não acham que a natureza está à sua disposição.
Os homens, os minerais, os vegetais e toda a espécie de animal são apenas colegas de caminhada, nenhum mais ou menos importante que o outro.
Ainda assim, matam insetos que lhes incomodam e arrancam mato que cresce nos canteiros de flores sem dramas de consciência. Não são falsos em suas crenças nem românticos idealistas. Acreditam que conflitos fazem parte da natureza.
Nenhum verdadeiro bruxo buscará doutrinar aqueles que têm outro credo. Para os bruxos, a fé só é verdadeira se resulta de escolha individual e espontânea. Nenhum verdadeiro bruxo realizará qualquer tipo de magia no intuito de se beneficiar de algo que prejudicará outra pessoa. Para os bruxos, cada um tem seu próprio desafio a enfrentar. Usar de qualquer subterfúgio para escapar dos desafios que se apresentam é apenas adiar uma luta que terá de ter lugar nesta ou em outras vidas. Adiar problemas é o mesmo que acumulá-los para as próximas encarnações.
Quando alguém o receber com raiva ou irritação, procure não responder. Não entre na energia de agressividade do outro, para que isso não afete o seu equilíbrio emocional e mental. Aquiete-se por um momento, irradie luz sobre vocês e, se preciso, afaste-se. Se você conseguir silenciar, sua raiva se dissipará em poucos momentos. Se for difícil para você engolir desaforos, procure imprimir à sua voz um tom mais ameno, com firmeza, porém, educação. Quando se recebe a agressão, pode-se ficar com ela, com metade dela ou com nenhuma parte. A escolha cabe a você.
O amor genuíno é inabalável. Não se deixa enganar nem desanimar. Não aprisiona, não cobra, muito menos machuca. O amor genuíno é aquele que liberta, que tudo compreende e que nada pede em troca além da alegria de sentir no coração que fez alguém feliz.fonte:olivrodabruxa
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